Bienvenido a una otra América Latina posible

Bem vindo a Uma outra América Latina possível

2°A e 2°B

Ilustre presenç@ do camarada Douglas

19 de novembro de 2007

Pessoal dando uma passada pelos textos do blog, encontrei esse comentário, é pre vcs:

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Prof. Douglas disse...
Parabéns pelas apresentações.Não estou surpreso porque conheço o potencial de vocês.O caminho para um mundo melhor já está começando e jovens conscientes como vocês é que farão esta diferença........
14 de Novembro de 2007 21:11

Outra semana cultural?

15 de novembro de 2007

Eae pessoal! Já estão com material pra uma nova semana cultural? haha

Eu achei um vídeo supeeeer interessante, que se tivesse achado antes ia dar um jeito de encaixar na nossa apresentação *-*

vale a pena conferir:


Pós-apresentação!

13 de novembro de 2007

Créditos da foto: alguém não sei quem.

Geeeeeente! O que foi isso? *-*
Apresentações impecáveis! Parabéns para tooodos os grupos que apesar de imprevistos se viraram muito bem! (:

Representando o meu grupo, ou o 2° ano todo, eu agradeço a colaboração dos professores, e a paciência de todos os envolvidos com esse trabalho, para que saísse o melhor resultado possível!
E pessoaaaaaal, agente fez até o impossíveeel não é não? :B
haha

Bom, esse ano finalmente conseguimos perceber que quando as minorias se juntam, e buscam argumentos, essas minorias ganham força para contra atacar a suposta maioria.
Trocando em miúdos (que expressão é essa meu Deus? o.O) valeu a pena os alunos argumentarem por uma nova e interessante 'semana cultural', e deixarem de lado a entediante 'feira do conhecimento'.

E que venham muitas semanas/meses/anos como esse(a)! :*

Parabéns!!!!!

12 de novembro de 2007

Aeeee!!!! Todas as apresentações foram incríveis, tudo deu super certo e todo mundo adorou^^
Parabéns a todos nós pelo esforço, trabalho e pelo sucesso!
Agora vamos partir pras apresentações de amanhã,
Muita MERDA pra todos vocês!!! => boa sorte em linguagem teatral =P
Beijos =**

Estatização: uma proposta válida?

10 de novembro de 2007

por Aline Heloise Martins

Sendo que as privatizações colocam em risco o emprego e o sustento, dentre outras coisas, da população de um país, por que não propor como solução a estatização?
Empresas estatais, além de garantir emprego, garantem serviços mais baratos e melhores que empresas privadas, pelo simples fato de não visarem única e exclusivamente a obtenção de lucro e sim o atendimento das necessidades da população.

Com a estatização, evita-se também o controle de mercado, ou seja, o povo não corre o risco de ser explorado por empresas privadas que monopolizam a prestação de serviços básicos, necessários para a sobrevivência e o próprio Estado não se expõe de modo a permitir a total dependência do país, pois se a economia e a sobrevivência estiverem fundamentadas em uma empresa estrangeira, numa situação de guerra, por exemplo, se fosse exigido do Estado um posicionamento este teria que apoiar o país que monopoliza sua economia, ainda que esta posição não seja a melhor para a nação, devido à ameaça de uma crise. É a tal história: não é inteligente confrontar quem te sustenta.

Para aqueles que ainda não se convenceram, existe um exemplo prático: a empresa INVEPAL, originária da empresa VENEPAL, uma indústria privada venezuelana de papel. Os proprietários da VENEPAL fizeram um acordo com a multinacional Smurfit, cujo objetivo era fechar a concorrente. Os operários fizeram greves e ocupações para evitar o fechamento da empresa e duas marchas pela sua estatização. Atendendo ao apelo dos trabalhadores, o governo de Chávez expropriou a empresa e instaurou uma co-gestão empresarial, que consiste numa administração conjunta entre governo e trabalhadores. A proposta é que os trabalhadores trabalhem em cooperação e sustentem-se com o dinheiro gerado pelo que eles mesmos produziram, ou seja, exterminando também o princípio-base do capitalismo: a exploração do trabalhador em função da obtenção de lucro.

O primeiro passo foi dado, agora é necessário continuar lutando para que a INVEPAL torne-se cada vez melhor para os trabalhadores, pois se faz necessário ainda a implantação de um modelo democrático válido, que permita a escolha, por meio de votação, daqueles que representarão a cooperativa diante do governo.
Não seria este um passo a ser dado em toda a América Latina?

Postagem dedicada às vítimas de minas antipersonales na América Latina e no mundo

4 de novembro de 2007



As minas antipersonales (antipessoais) são minas terrestres que se ativam com a presença, proximidade ou contato com pessoas e animais. Têm diferentes cores e formatos e são colocadas debaixo da terra, sobre ela ou dentro de objetos como, muitas vezes, latas de refrigerante, maços de cigarro, cofres, BONECAS E BRINQUEDOS. São colocadas em tempos de guerra, mas após a guerra as restantes não são retiradas.





http://www.fundacionmisangre.org/ - Fundação Mi Sangre para crianças vítimas de minas antipersonales na Colombia. Videos, fotos e informações (em espanhol e inglês)
http://www.tierramerica.net/2003/0316/pconectate.shtml - informações e dados sobre as minas antipessoais e suas vítimas (em português)





Cantor: Juanes
Música: Fijate Bien (Preste Atenção)

Te han quitado lo que tienes - Te tiraram o que tem
Te han robado el pan del día - Te roubaram o pão do dia
Te han sacado de tus tierras - Te tiraram de suas terras
Y no parece que termina aquí - E não parece terminar aqui

Despojado de tu casa - Despejado de sua casa
Vas sin rumbo a la ciudad - Vai sem rumo à cidade
Sois el hijo de la nada - Você é o filho do nada
Sois la vida que se va - Você é a vida que se vai

Son los niños, son los viejos - São as crianças, são os velhos
Son las madres, somos todos caminando - São as mães, somos todos caminhando
Y no te olvides de esto no no no - E não se esqueça disso, não, não, não

Fijate bien donde pisas - Preste atenção onde pisa
Fijate cuando caminas - Preste atenção quando caminha
No vaya ser que una mina - Para que uma mina
Te desbarate los pies amor - Não te arruine os pés, amor
Fijate bien donde pisas - Preste atenção onde pisa
Fijate cuando caminas - Preste atenção quando caminha
No vaya ser que una mina - Para que uma mina
Te desbarate los pies - Não te arruine os pés


Ya no sé quien es el dueño - Já não sei quem é o dono
de tu vida y de la mía - da sua vida e da minha
Solo sé que hay un cuento - Só sei que estão dizendo
que no parece que termina aquí - que não parece terminar aqui

Como dicen en los diarios - Como dizem nos jornais
y como dicen en la tele - e como dizem na TV
y como dicen en la radio - e como dizem no rádio
que no parece que termina aquí - que não parece terminar aqui

Son los niños, son los viejos - São as crianças, são os velhos
Son las madres, somos todos caminando - São as mães, somos todos caminhando
Y no te olvides de esto no no no - E não se esqueça disso, não, não, não


Fijate bien donde pisas - Preste atenção onde pisa
Fijate cuando caminas - Preste atenção quando caminha
No vaya ser que una mina - Para que uma mina
Te desbarate los pies amor - Não te arruine os pés, amor
Fijate bien donde pisas - Preste atenção onde pisa

Fijate cuando caminas - Preste atenção quando caminha
No vaya ser que una mina - Para que uma mina
Te desbarate los pies, por favor - Não te arruine os pés, por favor
Fijate bien donde pisas - Preste atenção onde pisa
Fijate cuando caminas - Preste atenção quando caminha
No vaya ser que una mina - Para que uma mina
Te desbarate los pies amor - Não te arruine os pés, amor

Por que ellos no van a buscarte - Porque eles não vão te buscar
Ellos no van a salvarte - Eles não vão te salvar
Ellos no van ellos no van no no - Eles não vão, eles não vão, não, não
Y tú no lo vas a creer - E você não vai acreditar

Finalizaçao

1 de novembro de 2007

Profº PEdro.
Tive uma ideia para finalizarmos os trabalhos dos 2ºs anos.

Apos todas as apresentaçoes, poderiamos passar um videoclipe, com a musica "PAcato Cidadao", contendo imagens que encglobem todos os temas discutidos. Sendo assim , as pessoas sairiam refletindo..

Segunda podemos conversar sobre isso melhor..

Bjo.

Nati. S.