Eae pessoal! Já estão com material pra uma nova semana cultural? haha
Eu achei um vídeo supeeeer interessante, que se tivesse achado antes ia dar um jeito de encaixar na nossa apresentação *-*
vale a pena conferir:
Outra semana cultural?
15 de novembro de 2007Postado por Anônimo às 01:23 3 comentários
Pós-apresentação!
13 de novembro de 2007
Créditos da foto: alguém não sei quem.
Geeeeeente! O que foi isso? *-*
Apresentações impecáveis! Parabéns para tooodos os grupos que apesar de imprevistos se viraram muito bem! (:
Representando o meu grupo, ou o 2° ano todo, eu agradeço a colaboração dos professores, e a paciência de todos os envolvidos com esse trabalho, para que saísse o melhor resultado possível!
E pessoaaaaaal, agente fez até o impossíveeel não é não? :B
haha
Bom, esse ano finalmente conseguimos perceber que quando as minorias se juntam, e buscam argumentos, essas minorias ganham força para contra atacar a suposta maioria.
Trocando em miúdos (que expressão é essa meu Deus? o.O) valeu a pena os alunos argumentarem por uma nova e interessante 'semana cultural', e deixarem de lado a entediante 'feira do conhecimento'.
E que venham muitas semanas/meses/anos como esse(a)! :*
Postado por Anônimo às 23:04 1 comentários
Parabéns!!!!!
12 de novembro de 2007Aeeee!!!! Todas as apresentações foram incríveis, tudo deu super certo e todo mundo adorou^^
Parabéns a todos nós pelo esforço, trabalho e pelo sucesso!
Agora vamos partir pras apresentações de amanhã,
Muita MERDA pra todos vocês!!! => boa sorte em linguagem teatral =P
Beijos =**
Postado por Aline H. Martins às 22:30 4 comentários
Estatização: uma proposta válida?
10 de novembro de 2007
Sendo que as privatizações colocam em risco o emprego e o sustento, dentre outras coisas, da população de um país, por que não propor como solução a estatização?
Empresas estatais, além de garantir emprego, garantem serviços mais baratos e melhores que empresas privadas, pelo simples fato de não visarem única e exclusivamente a obtenção de lucro e sim o atendimento das necessidades da população.
Com a estatização, evita-se também o controle de mercado, ou seja, o povo não corre o risco de ser explorado por empresas privadas que monopolizam a prestação de serviços básicos, necessários para a sobrevivência e o próprio Estado não se expõe de modo a permitir a total dependência do país, pois se a economia e a sobrevivência estiverem fundamentadas em uma empresa estrangeira, numa situação de guerra, por exemplo, se fosse exigido do Estado um posicionamento este teria que apoiar o país que monopoliza sua economia, ainda que esta posição não seja a melhor para a nação, devido à ameaça de uma crise. É a tal história: não é inteligente confrontar quem te sustenta.
Para aqueles que ainda não se convenceram, existe um exemplo prático: a empresa INVEPAL, originária da empresa VENEPAL, uma indústria privada venezuelana de papel. Os proprietários da VENEPAL fizeram um acordo com a multinacional Smurfit, cujo objetivo era fechar a concorrente. Os operários fizeram greves e ocupações para evitar o fechamento da empresa e duas marchas pela sua estatização. Atendendo ao apelo dos trabalhadores, o governo de Chávez expropriou a empresa e instaurou uma co-gestão empresarial, que consiste numa administração conjunta entre governo e trabalhadores. A proposta é que os trabalhadores trabalhem em cooperação e sustentem-se com o dinheiro gerado pelo que eles mesmos produziram, ou seja, exterminando também o princípio-base do capitalismo: a exploração do trabalhador em função da obtenção de lucro.
O primeiro passo foi dado, agora é necessário continuar lutando para que a INVEPAL torne-se cada vez melhor para os trabalhadores, pois se faz necessário ainda a implantação de um modelo democrático válido, que permita a escolha, por meio de votação, daqueles que representarão a cooperativa diante do governo.
Postado por Aline H. Martins às 21:32 4 comentários
Marcadores: Aline Martins
Postagem dedicada às vítimas de minas antipersonales na América Latina e no mundo
4 de novembro de 2007As minas antipersonales (antipessoais) são minas terrestres que se ativam com a presença, proximidade ou contato com pessoas e animais. Têm diferentes cores e formatos e são colocadas debaixo da terra, sobre ela ou dentro de objetos como, muitas vezes, latas de refrigerante, maços de cigarro, cofres, BONECAS E BRINQUEDOS. São colocadas em tempos de guerra, mas após a guerra as restantes não são retiradas.

http://www.tierramerica.net/2003/0316/pconectate.shtml - informações e dados sobre as minas antipessoais e suas vítimas (em português)
Cantor: Juanes
Música: Fijate Bien (Preste Atenção)
Te han quitado lo que tienes - Te tiraram o que tem
Te han robado el pan del día - Te roubaram o pão do dia
Te han sacado de tus tierras - Te tiraram de suas terras
Y no parece que termina aquí - E não parece terminar aqui
Despojado de tu casa - Despejado de sua casa
Vas sin rumbo a la ciudad - Vai sem rumo à cidade
Sois el hijo de la nada - Você é o filho do nada
Sois la vida que se va - Você é a vida que se vai
Son los niños, son los viejos - São as crianças, são os velhos
Son las madres, somos todos caminando - São as mães, somos todos caminhando
Y no te olvides de esto no no no - E não se esqueça disso, não, não, não
Fijate bien donde pisas - Preste atenção onde pisa
Fijate cuando caminas - Preste atenção quando caminha
No vaya ser que una mina - Para que uma mina
Te desbarate los pies amor - Não te arruine os pés, amor
Fijate bien donde pisas - Preste atenção onde pisa
Fijate cuando caminas - Preste atenção quando caminha
No vaya ser que una mina - Para que uma mina
Te desbarate los pies - Não te arruine os pés
Ya no sé quien es el dueño - Já não sei quem é o dono
de tu vida y de la mía - da sua vida e da minha
Solo sé que hay un cuento - Só sei que estão dizendo
que no parece que termina aquí - que não parece terminar aqui
Como dicen en los diarios - Como dizem nos jornais
y como dicen en la tele - e como dizem na TV
y como dicen en la radio - e como dizem no rádio
que no parece que termina aquí - que não parece terminar aqui
Son los niños, son los viejos - São as crianças, são os velhos
Son las madres, somos todos caminando - São as mães, somos todos caminhando
Y no te olvides de esto no no no - E não se esqueça disso, não, não, não
Fijate bien donde pisas - Preste atenção onde pisa
Fijate cuando caminas - Preste atenção quando caminha
No vaya ser que una mina - Para que uma mina
Te desbarate los pies amor - Não te arruine os pés, amor
Fijate bien donde pisas - Preste atenção onde pisa
Fijate cuando caminas - Preste atenção quando caminha
No vaya ser que una mina - Para que uma mina
Te desbarate los pies, por favor - Não te arruine os pés, por favor
Fijate bien donde pisas - Preste atenção onde pisa
Fijate cuando caminas - Preste atenção quando caminha
No vaya ser que una mina - Para que uma mina
Te desbarate los pies amor - Não te arruine os pés, amor
Por que ellos no van a buscarte - Porque eles não vão te buscar
Ellos no van a salvarte - Eles não vão te salvar
Ellos no van ellos no van no no - Eles não vão, eles não vão, não, não
Y tú no lo vas a creer - E você não vai acreditar
Postado por Aline H. Martins às 18:24 13 comentários
Marcadores: Aline Martins
Finalizaçao
1 de novembro de 2007Profº PEdro.
Tive uma ideia para finalizarmos os trabalhos dos 2ºs anos.
Apos todas as apresentaçoes, poderiamos passar um videoclipe, com a musica "PAcato Cidadao", contendo imagens que encglobem todos os temas discutidos. Sendo assim , as pessoas sairiam refletindo..
Segunda podemos conversar sobre isso melhor..
Bjo.
Nati. S.
Postado por Camikaze às 23:28 1 comentários
Marcadores: Migrações
Tráfico
26 de outubro de 2007Na terça-feira da semana passada nos reunimos para assistir o filme indicado pelo professor Fabio, chamado Réquiem para um sonho, após o término do filme discutimos qual a relação que ele tinha com o nosso trabalho, chegamos à conclusão de que o filme aborda o contraste entre drogas lícitas e ilícitas e mostra como mesmo uma sendo legal e a outra não elas podem ter conseqüências muito semelhantes, mostra um pouco sobre o tráfico, e como a droga é encontrada não apenas em lugares pobres, mas em lugares onde as pessoas têm uma boa condição social.
Na quinta nos reunimos na escola novamente, para o termino das falas do teatro. Assim como previsto terminamos, e na segunda-feira começamos os ensaios, tivemos algumas sugestões de alguns professores, definimos o que poderíamos aproveitar e incrementamos um pouco mais a peça, e iremos usar para a apresentação, além do teatro, o ‘data show’.
Já fizemos a parte teórica (pesquisa) da maneira como foi exigida, está pronta e será entregue segunda feira. Agora estamos apenas ensaiando e terminando de montar o ‘data show’. Na semana que vem nos reuniremos segunda-feira para um ensaio com todos os acessórios, ou seja, como será feito no dia, e na terça ensaiaremos no teatro.
Estamos nos esforçando muito, desde o começo, para fazer e apresentar um trabalho de boa qualidade na semana cultural, pesquisamos, debatemos e corremos muito atrás do que queríamos, embora alguns professores não reconheçam e acreditem que para fazermos o trabalho que hoje temos em mãos utilizamos apenas o básico recurso de entrar no google e fazer um pesquisa superficial, nosso trabalho foi muito além disso, e hoje posso me manifestar pelo grupo todo, quando digo que passamos a ver o tráfico de drogas “com outros olhos”. Agradecemos a todos os professores que se esforçaram para nos ajudar com pesquisas, reportagens, e idéias, foram essenciais.
Então é isso :)
Postado por Kamehama às 20:35 2 comentários
Marcadores: Drogas na América Latina